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Neste episódio, recebemos a engenheira agrônoma Bruna Carolina, mestre em Fitossanidade com ênfase em Entomologia, para abordar o impacto ambiental do agronegócio brasileiro. Juntas, elas exploram práticas agrícolas, o uso de agroquímicos, o desmatamento e soluções sustentáveis para um futuro mais equilibrado.

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Estefany Antunes

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Nesta entrevista o advogado ambientalista Diovane Franco explica sobre a lei 14.785/2023, conhecida como “Lei do Veneno” e outras políticas que impactam a vida e os negócios no campo brasileiro. 

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O chamado Projeto de Lei do Veneno é uma proposta legislativa que visa alterar as regras para o uso, comercialização, fiscalização e aprovação de agrotóxicos no Brasil. Ele é amplamente

debatido devido ao impacto potencial sobre o meio ambiente, a saúde pública

e a produção agrícola. Quais seriam esses impactos? Em sua opinião, há

alternativas viáveis aos agrotóxicos previstos pelo PL? 

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“A nova Lei 14.785/2023 moderniza o processo de registro e controle de defensivos

agrícolas sem abrir mão da segurança. É como reformar uma casa: melhoramos

a estrutura, mas mantemos os alicerces. O artigo 4º mantém a proibição

clara de qualquer produto que apresente risco inaceitável à saúde ou ao

meio ambiente. 

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Do ponto de vista técnico, a lei traz três avanços importantes: primeiro,

estabelece prazos definidos para análise (24 meses para produtos novos);

segundo, adota padrões internacionais de classificação toxicológica (Sistema

GHS); e terceiro, mantém a análise dos três órgãos - agricultura, saúde e meio ambiente. 

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Na prática, isso significa mais agilidade com segurança. Semana passada visitei uma cooperativa que esperava há três anos o registro de um produto já usado nos Estados Unidos e Europa. Com a nova lei, esse processo tem prazo máximo definido, mantendo todas as análises de segurança. 

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Quanto às alternativas, a lei incentiva o controle biológico com prazo reduzido de registro (12 meses). Mas precisamos ser realistas: o Brasil é responsável por alimentar milhões de pessoas. A solução está no uso integrado de diferentes tecnologias, sempre seguindo critérios técnicos rigorosos.” 

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Você acredita que a aprovação desse PL afetaria diretamente a agricultura de pequenas comunidades? Se sim, quais seriam? 

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“A nova legislação traz benefícios diretos aos pequenos agricultores. O principal deles está no artigo 16: um mecanismo específico para culturas que têm poucos produtos registrados, as chamadas CSFI (Culturas com Suporte Fitossanitário Insuficiente). 

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Tecnicamente, a lei estabelece três pontos cruciais para o pequeno produtor: prazo máximo de 30 dias para análise de extensão de uso em CSFI, criação do Sistema Unificado de Cadastro para melhor controle, e manutenção do receituário agronômico obrigatório, garantindo orientação técnica adequada. 

Vi isso funcionando recentemente em uma comunidade de produtores de maracujá. Eles conseguiram acesso a um defensivo já usado em outras culturas em apenas um mês - algo que antes levaria anos. Aburocracia diminuiu, mas a segurança permanece.”

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                                                                      Tecnicamente, temos três níveis de proteção: primeiro, a análise prévia ao registro; segundo, o monitoramento constante durante o uso; e terceiro, o controle pós-consumo, com logística reversa obrigatória das embalagens em 12 meses (artigo 41). 

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Em uma fazenda que acompanho, a adoção de produtos mais modernos permitiu reduzir pela metade o volume de aplicações. É isso que a lei busca: acesso mais rápido a tecnologias melhores e mais seguras, mantendo todo o rigor no controle.”

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Fonte: Leonardo ai.

   Aspectos ambientais da utilização de defensivos agrícolas 

 

​ “A proteção ambiental foi reforçada, não flexibilizada. A lei exige análise de risco completa para qualquer novo registro e mantém todos os controles ambientais. O artigo 36 inclusive  amplia os mecanismos de  fiscalização. ​

Fonte: Leonardo ai.

Fonte: Leonardo ia.

Neste episódio, damos continuidade à discussão sobre o impacto ambiental do agronegócio no Brasil e analisamos como a política influencia esse setor, com a engenheira agrônoma Bruna Carolina.

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Yasmim Larissa

Como será o futuro ambiental que você ajudará a construir? Escolha entre as opções apresentadas e anote suas respostas. Suas escolhas revelarão se o seu futuro é sustentável, equilibrado ou caótico. Vamos lá?

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Se você escolheu 4 ou mais respostas da letra…

 

A: Um futuro sustentável 

Você está semeando um futuro baseado em equilíbrio, respeito e harmonia com a natureza. Sua visão é de comunidades conectadas, tecnologias limpas e um planeta mais saudável. Suas escolhas são a base de uma mudança positiva!​

 

B: Um futuro equilibrado, mas instável

Você acredita que é possível ter desenvolvimento com sustentabilidade, mas nem sempre prioriza ações ambientais. Seu futuro é uma mistura de avanços e desafios, com áreas verdes intercaladas por manchas de degradação. Se decidir agir mais, pode ajudar a equilibrar a balança!

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C: Um futuro caótico e degradado

Você opta por ações imediatistas que deixam um rastro de impactos negativos. Seu futuro é marcado por colapsos ambientais, aumento de desastres e cidades pouco habitáveis. Ainda há tempo para repensar suas escolhas e mudar esse cenário!

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Gostou do seu futuro?  E claro que não sabemos de fato como ele será, mas a IA o imaginou assim. Lembre-se: ele começa pelas escolhas que você faz hoje.

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Conheça outros futuros

Selecionamos frases de personalidades públicas e pedimos à IA para criar uma visão do futuro com base em cada uma delas. Confira o resultado agora!

Fernanda Victória e Yasmim Larissa

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"É preciso adiar o fim do mundo." - Ailton Krenak

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Prompt: Uma humanidade que reestabeleça sua conexão com a terra, reconhecendo a natureza como um ser vivo com direitos. Povos indígenas e comunidades tradicionais seriam protagonistas na preservação ambiental. Um modelo baseado na harmonia entre homem e natureza.

"A Terra fornece o suficiente para atender às necessidades de todos os homens, mas não à ganância de todos." - Mahatma Gandhi

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Prompt: Uma paisagem dividida, onde um lado mostra fábricas industriais enormes emitindo fumaça negra, rios cheios de lixo e solo árido. O outro lado contrasta com campos férteis, rios cristalinos serpenteando por florestas verdes e pessoas praticando agricultura sustentável com irrigação avançada sob um céu azul límpido. A linha divisória é irregular, simbolizando o conflito entre ganância e sustentabilidade.

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"A Amazônia é patrimônio do Brasil, não é o pulmão do mundo’" - Jair Bolsonaro

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Prompt: Um Brasil onde o agronegócio, a mineração e outras atividades econômicas sejam expandidas sem barreiras impostas por regulamentações ambientais. A exploração da Amazônia seria incentivada. As questões ambientais seriam tratadas como secundárias diante das demandas econômicas.

"Quando a gente fala da importância da preservação ambiental, alguns acham que somos contra o desenvolvimento econômico. O que é mentira. Nós queremos crescer sem destruir o meio ambiente. Não precisamos de florestas úmidas e acabar com os rios para desenvolver esse país" - Lula

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Prompt: Crescimento urbano sustentável, com a cidade se desenvolvendo sem prejudicar o meio ambiente. A imagem mostra uma cidade moderna com edifícios, espaços verdes, energia renovável e transporte sustentável, transmitindo a ideia de um futuro onde o desenvolvimento e a preservação ambiental caminham juntos.

VISÃO DO Ricardo Salles (2).png
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"Precisa ter um esforço nosso aqui, enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só se fala de covid, e ir passando a boiada, e mudando todo o regramento (ambiental), e simplificando normas" - Ricardo Salles, ex ministro do meio ambiente

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Prompt: Um Brasil onde os recursos naturais sejam amplamente explorados para impulsionar o agronegócio, a mineração e o desenvolvimento econômico. Flexibilizações ambientais seriam implementadas para atrair investimentos e aumentar a competitividade no mercado internacional, com supervisão ambiental mínima.

"Somos a primeira geração a sentir os efeitos das mudanças climáticas e a última que pode fazer algo a respeito." - Barack Obama

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Prompt: Uma cidade futurista cercada por níveis crescentes de água, com arranha-céus parcialmente submersos. Nas ruas, jovens ativistas plantam árvores e instalam painéis solares. Nuvens de tempestade escuras surgem de um lado, enquanto um sol radiante aparece do outro, simbolizando esperança. As expressões nos rostos dos jovens alternam entre determinação e urgência, destacando seu papel como agentes de mudança contra um pano de fundo de crise climática.

VISÃO AMBIENTALISTA.png

"Dizem que a profissão do brasileiro é Esperança, vamos esperançar" - Sergio Ricardo, ativista do Baía VIva

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Prompt: O crescimento do movimento agroecológico, que promove a ideia de "plantar o bem-viver". Esse movimento tem ganhado presença nos centros urbanos, retomando as tradições indígenas ao promover uma forma de cultivo que se alinha com a sabedoria dos povos nativos de convivência harmônica com a natureza.

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“Fazer a Reforma Agrária é garantir que esse planeta seja cuidado” - Gilmar Mauro, Coordenador Nacional do MST

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Prompt: Uma grande manifestação rural com trabalhadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) se reuniu em um vasto campo. Homens, mulheres e crianças seguram bandeiras vermelhas com o símbolo do MST, enquanto diversas culturas e tratores reaproveitados para a agricultura comunitária são visíveis ao fundo. A cena transmite luta e esperança, com tons quentes e céu ensolarado, simbolizando a unidade pela reforma agrária e a soberania alimentar.

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"Este planeta é nosso único lar. Não há um Plano B." - Leonardo DiCaprio

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Prompt: Um astronauta solitário está em pé na paisagem árida e vermelha de Marte, olhando para a Terra distante e azul através de seu visor. Em suas mãos, ele segura um pequeno globo dentro de um vidro, representando a fragilidade do nosso planeta. Ao redor dele, há restos de tentativas fracassadas de colonização, com máquinas enferrujadas e cúpulas quebradas, contrastando nitidamente com as cores vibrantes da Terra ao fundo.

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